sexta-feira, 12 de abril de 2013

Sandes e mais sandes para os dias quentes, ou uma refeição equilibrada




Apesar de não estarmos ainda no Verão e dos dias quentes ainda estarem bem longe, todos andamos ansiosos pelo Verão, todos andamos a espera que os dias de Primavera cheguem.  É sempre bom nos dias quentes de Verão  uma boa sandes, todos nos desejamos de vez em quanto de uma daquelas sandes em que só de olhar ficamos satizfeitos, uma sandes daquelas que dá prazer ver, e como sandes é no plural podemos sempre comer mais uma e outra e mais outra.

Cá em casa temos todas as semanas o jantar das sandes, nem sempre é com o nosso maravilhoso pão da Quinta do Anjo, até tenho vergonha de dizer mas os meus filhos adoram o pão tipo Bimbo eu sei que aquilo é só E´s e mais E´s mas numa sandes até não fica mal e fazemos assim eles comem o tipo Bimbo e nos as vezes o pão da Palmira.

Tal como os “lápis” e os “ténis” as “sandes” não tem singular. Não se calça um “téni” nem se usa um “lapí”, não se come uma sande mas sim umas sandes.

Para esta receita usei

Pão de fatia escuro
Alface
Tomate
Paté de Sapateira



Para o Paté de sapateira
200 ml  de maionese
1 iogurte natural
2 colher de chá. de sumo de Lima
Mostarda Dijon 1 colher de chá.
Alcaparras pequenas, enxaguadas e finamente picadas
1 colher de chá. de cebolinho verde
1 colher de chá. sal
1 colher de chá de pimenta preta
3 cebebolinhas, finamente picadas
Carne de caranguejo ou sapateira

1-Misturar todos os ingrediente e mexer bem.

2-Barrar o paté no pão de cereais e por cima colocar alface e tomate as fatias.

Bom apetite e bom sol para este fim de semana......











domingo, 7 de abril de 2013

Lombinhos de porco com Chutney de tomate e moscatel de Setúbal


Os lombinhos de porco quando são de boa qualidade são uma carne excelente para um jantar se adicionar-mos uns cogumelos e um chutney podemos dizer que é uma refeição para um dia especial.
A carne deve estar cozida no ponto pois a carne de porco quando é cozinhada durante muito tempo fica rija, e perde o seu encanto, por isso o processo de selar a carne é bastante importante, este significa dourar a superfície da carne rapidamente numa superfície bem aquecida (tacho, grelha ou forno) para selar (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne , desta forma a carne mantem-se macia e suculenta.
No forno deve assar a uma temperatura de 80 a 90c, antes de servir a carne deve repousar uns 5 minutos para o musculo descontrair.

Ingredientes
2 lombinhos de porco limpos
2 colheres de sopa de massa de pimentão e alho
Vinho moscatel de Setúbal para temperar
Sal
Pimenta
Manteiga
Azeite
Chutney de Tomate & pimentos assados (Flavors sabores diferentes da nossa terra)
100 g de cogumelos


1-Barrar os lombinhos com a massa de alho, um pouco de sal e pimenta e borrifar com azeite e vinho moscatel.

2-Colocar um tacho ao lume com o azeite e a margarina, assim que esta ficar com um tom dourado, adicionar os lombos e deixar selar a carne em todos os lados.

3-Colocar no forno e deixar assar.

4-Numa frigideira estufar os cogumelos com o azeita e deitar uma colher de manteiga.

5-Para empratar colocar a carne cortada e coloque os cogumelos em cima e adicione o chutney cerca de duas colheres de sopa.

Servi com arroz branco.

Bom apetite......

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Crepes primavera os crepes do chinês




300 g Carne de porco
2 colheres de sopa de óleo
4 cm de Gengibre
2 Cebolas cortadas em meias luas finamente
2 Cenouras
1 Couve chinesa cortada em juliana
2 colheres de sopa Molho de ostra
2 colheres de sopa Molho de soja
Massa de crepes
Sal

1-Num tacho fritar a carne de porco juntamente com o óleo

2-Juntar o gengibre ralado

3- Quando a carne estiver a libertar os sucos deitar as cebolas a couve e as cenouras

4-Quando os legumes estiverem estufados juntar os condimentos molho de soja e de ostras

5-Temperar com sal

6-Enrolar o recheio aos crepes

7-Fritar

8-Servir com molho de soja e para enfeitar deixe 2 a 3 rebentos de soja germinarem e coloque na travessa



Crepes congelados

Bom apetite......

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A arte de fazer o chá verde e um bom acompanhamento para uns crepes primavera




Todos conhecemos os benefícios saudáveis provenientes do chá verde – um chá de origem chinesa caracterizado pelo seu sabor fresco e suave. Para além de um paladar especial, o chá verde está cheio de poderosos antioxidantes, o que requer que a sua preparação seja perfeita, para se poder desfrutar em pleno tudo aquilo que o chá verde tem para oferecer.

A arte de preparar o chá começa com o recipiente escolhido para ferver ou aquecer a água, ou seja, utilizar o micro-ondas para este efeito é desaconselhado. No caso específico do chá verde pode optar por uma chaleira ou, como é importante assegurar que a água não ferva efetivamente, uma pequena panela ou chaleira sem testo é o ideal.

É essencialmente por motivos práticos se deve escolher o chá em saqueta em detrimento de folhas de chá, mas a verdade é que estas últimas não dificultam em nada a preparação de um chá, nem diferem muito em termos de preço. No caso do chá verde, a diferença está, sem dúvida no sabor: enquanto as saquetas são preparadas com sobras das folhas de chá verde, o chá verde avulso é composto por folhas inteiras, o que confere um maior e melhor paladar a qualquer chávena de chá. Se optar por preparar um chá verde em saqueta, siga as instruções constantes da sua embalagem.

Embora qualquer embalagem de chá contenha informação acerca da quantidade de folhas necessárias para preparar um chá, regra geral, o chá verde requer uma colher de chá para cada chávena. O paladar mais ou menos intenso de um chá verde consegue-se através do tempo de infusão, mas pode também fazer experiências com a quantidade de folhas que coloca no seu chá. É importante não utilizar as mãos para pegar nas folhas de chá verde, recorrendo sempre a uma colher.

A temperatura da água é o elemento mais importante no que toca à preparação de um chá verde. Com características muito próprias, o sabor e o aroma de um chá verde sublime dependem de uma água que não esteja nem muito quente, nem muito fria. Se adicionar água a ferver às folhas do chá verde, esta irá “estragar” as suas melhores qualidades e o resultado será um chá muito amargo. Se adicionar água demasiada fria às folhas do chá verde, esta não terá a temperatura suficiente para delas extrair toda a potencialidade do seu paladar. Regra geral, a temperatura ideal da água utilizada para preparar um chá verde deve rondar os 60°C e os 85°C, ou seja, quando pequenas bolhas começam a formar-se no fundo da chaleira. Se aquecer demasiado a água, deixe-a arrefecer um pouco antes de a deitar sobre as folhas do chá.

O tempo de infusão é outro fator chave na preparação correta de um chá verde, uma vez que a delicadeza das suas folhas necessita de muito pouco tempo de infusão – entre 1 e 3 minutos apenas – caso contrário pode azedar. Dois minutos de tempo de infusão parece ser o consenso no que toca a preparar uma chávena de chá verde exclusivamente voltada para o sabor; mas se pretende beneficiar, acima de tudo, da ação antioxidante do chá verde, então o tempo de infusão já sobe para 5 minutos. É claro que o tempo de infusão influencia o sabor de um chá e a apreciação desses sabores pode variar de pessoa para pessoa. Para além disso, diferentes tipos de chá verde requerem diferentes tipos de infusão, por isso, confira sempre as indicações presentes na embalagem. E, claro, não há nada como fazer experiências. Quando em dúvida, saiba que quanto mais fria estiver a água utilizada para preparar um chá verde, mais tempo de infusão é necessário.

Durante o tempo de infusão, não mexa as folhas do chá, deixe-as simplesmente repousar. Se for um chá verde de elevada qualidade, as folhas irão assentar no fundo da chávena, o que permite beber o chá sem as retirar. Se preferir retirar as folhas antes de beber o chá, vaze o chá para outra chávena, utilizando um passador próprio para o efeito, de forma a recolher as folhas.
Se quiser reduzir a quantidade de cafeína presente no chá verde faça o seguinte: depois de aquecida a água, verta-a sobre as folhas de chá, mas apenas o suficiente para as cobrir; deixe repousar durante 20 segundos e retire; adicione a quantidade de água habitual e prepare o chá verde como o costume.
Se aprecia chá verde gelado, é importante duplicar a quantidade de folhas que normalmente utiliza, uma vez que a água proveniente do gelo irá diluir o sabor.
Por norma, as mesmas folhas de chá verde podem ser utilizadas para preparar uma segunda chávena de chá e, embora esta apresentará níveis mais baixos de cafeína e antioxidantes, não perderá nada em termos de sabor.
Existem vários tipos de chá verde, por isso, se aprecia este género, vai experimentando e saboreando… não se esqueça, porém, que no que toca à preparação de um chá verde, o equilíbrio é tudo …


Hoje apenas falei de um bom chá verde amanha vai a receita dos crepes para acompanhar cm este chá ver e como prato principal um  fabuloso Yakisoba de camarão e pimentos


Crepes primavera antes de fritar




quinta-feira, 28 de março de 2013

Rolo de carne ou o prazer de comer carne




Os dias de chuva pedem conforto, nestes dias a casa fala mais alto, vem à memoria aqueles momentos que alguns já passaram ao pé de uma lareira. Olhar para a janela num dia de chuva pode ate ser bem calmante e reconfortante as coisas simples como ver chover também faz bem, tambme faz parte da vida, ver as gotas de água a escorrerem na janela da sala é um bom momento de prazer, juntamente com um bom chá na mão, um chocolate quente ou um café, parece que estamos num filme......
Para aqueles que tem a sorte de ter uma vista para o mar isso sim é um dia de chuva bem passado.
Uma sopa quente um caldo verde cheia de sabores para restabelecermos as forças, um assado no forno demorado para ajudar a aquecer.
Já tinha falado neste blog de o rolo de carne e provavelmente esta receita é um pouco diferente da outra mas esta também é saborosa.

Ingredientes:
1 cebola cortada muito finamente
2 dentes de alho picado muito finamente
600 g de carne de vaca e porco
1 lata de tomate pelado
1 ovo
100 g de pão ralado
Sal e pimenta
Queijo flamengo
Bacon cortado em fatias finas
3 colheres de sopa de ketchup
1 colher de sopa de garam masala
1 colher de sopa de molho inglês ou molho Worcestershire


1-Picar finamente a cebola e o alho e juntar todos os ingredientes a carne e mexer bem

2-Nma tábua com um película aderente em cima colocar a carne e espalhar uniformemente de modo a fazer uma camada com 2 a 3 cm de espessura.

3-Colocra o queijo e o bacon por cima

4- Com alguma calma e paciência enrolar de forma a ficar em rolo de carne, no fim enrolar as pontas da película aderente com se fosse um papel de rebuçado e retirar

6-Retirar e polvilhar com pão ralado






7-Colocar num pirex e levar ao forno com batatinhas pequenas e com um pouco de cebola e tomate.

Bom apetite.....

terça-feira, 26 de março de 2013

Frittata ou tortilha ou uma omeleta com batatas....






Tortilha Espanhola é tudo o que nós adoramos na culinária dos nossos hermanos, simples e elementar,  é sem duvida seguramente simples. Tradicionalmente, esta omelete Ibérica recebe o peso das batatas em fatias finas ou em cubinhos. Esta receita evita o trabalho sujo de descascar, cortar e fritar as batatas e é um pouco mais saudável. 

A primeira fez que me lembro de comer um tortilha foi na casa da Tia Joana uma portuguesa espanhola, não sei bem qual é o pais dela pois esteve tanto tempo em Espanha como em Portugal e ficou com aquela pronuncia, ela tem uns 90 anos e  esteve na Guerra civil em Espanha, faz uma tortilha com  uns sabores fenomenais acho que é mesmo a melhor de todas, nem mesmo as feitas em Espanha. Esta e  muinto boa.

Fazer uma tortilha, revela-se uma óptima sugestão para uma refeição que se quer rápida.

Em Itália as tortilhas tem o nome de frittata e levam queijo parmesão ou picorino, o resto é quase igual as dos nosso vizinhos. A minha leva queijo picorino que é uma espécie de parmesão mas com outro sabor de resto é igual à espanhola.

Ingredientes:
3 batatas cortadas em cubos e cozidas
Folhas de espinafre
30 g de Queijo picorino
Azeite
60 g de bacon
60 de chouriço
40 g de pimento vermelho e verde
6 ovos
1 cebola picada
Salsa
Pimenta
sal

1-Descascar as batatas. Cortar em pequenos cubos e levar a cozer em água temperada de sal. Depois de cozidas, escorrer deixe secar.

2-Escaldar durante 2 a 3 minutos as folhas de espinafre. Escorrer muito bem e picar grosseiramente os espinafres.

3-Numa frigideira antiaderente que possa ir ao forno, colocar a cebola picadinha em pedaços e o azeite e levar ao lume. Mexer com uma colher de pau até a cebola estar translúcida.

4-Adicionar o chouriço e o bacon cortado em pedaços pequenos e os pimentos.

5-Adicionar as batatas e os espinafres, deixar fritar um pouco

6-Numa taça bater os ovos com uma pitada de sal e a pimenta. 

7-Juntar a mistura anterior ao preparado na frigideira. Mexer com a colher de pau até começar a prender. Deixar cozer em lume muito brando.

8-Quando estiver quase colocar o queijo e por no forno até ficar tostada isto serve tambem para não ter de virar.

7. Servir a tortilha com salada de tomate e alface.

Bom apetite.....

segunda-feira, 25 de março de 2013

Ensopado de borrego a minha primeira vez





Gosto quando as coisas correm bem quando estou com os tachos na mão pois cozinhar entre outras ciosas é um desafio, e desta vez acho que passei, com alguma distinção.
Nunca tinha feito ensopado de borrego e este prato no Alentejo é um dos mais conhecidos e bem feitos é um dos ícones da gastronomia Alentejana.
Os glutões cá de casa já por varias vezes tinham dito que gostavam de comer borrego só que as tradicionais costeletas de borrego não me enchiam as medidas achava um tanto para o simples e pensei vou fazer ensopado de borrego com aquele molho saboroso e com um pão aqui da quinta do anjo no prato, pois foi o almoço de Domingo foi um ensopado de borrego.

Claro o pão é o da tia Palmira pois não vejo outro que fique tão bem, o do Celso era bom mas como esse já não há fica o da Palmira que dá para as despesas.

2 kg de borrego
100 g farinha
75 g de banha
Azeite
500 g de cebolas picadas finamente
5 dentes de alho
1 folha de louro e mais 3 para enfeitar verdes
1 colher de sopa de pimenta em grão
1 colher de sopa de colorau doce
5 cabeças de cravinho numa cebola
piripíri 
Malaguetas vermelho sem pevides para enfeitar
Água
Pão caseiro tipo alentejano
Sal

Preparação
1-Corte o borrego em pedaços regulares e não demasiado grandes. Passe-os pela farinha e polvilhe com sal e pimenta. 

2-Leve a carne a alourar num tacho de barro com a banha e o azeite

3-Retire a carne depois de dourada de todos os lados e deite no tacho, as cebolas e os alhos, descascados e picados, o louro e a pimenta em grão. 

4-Deixe refogar e volte a colocar o borrego. 

5-Polvilhe com o colorau e tempere com uma pitada de piripiri. 

6-Coloque os cravinhos presos numa cebola e um pouco de agua.

7-Caso seja necessário vá regando com aágua quente, retifique os temperos, tape e deixe cozinhar até a carne estar tenra. Se for necessário junte um pouco mais de água. 

8-Corte o pão em fatias finas e coloque-o numa terrina ou num prato fundo. 

Deite o caldo do ensopado sobre o pão e coloque a carne por cima, e decore com a malagueta cortada

Bom apetite......